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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

5 coisas que deixam o seu metabolismo lento (e fazem você ganhar gordura)


Manter o seu metabolismo sempre rápido é essencial para perder gordura ou mantê-la longe em primeiro lugar.
Acontece que certos hábitos comuns do dia a dia podem desacelerar drasticamente a velocidade do metabolismo.
Isto pode estar prejudicando o seu progresso na academia ao inibir a perda de gordura ou facilitar o acúmulo da mesma em qualquer deslize na dieta.
Independente de qual seja sua situação, manter o metabolismo funcionando corretamente é essencial para o seu progresso e até mesmo para sua saúde.
Neste texto iremos mostrar o que pode deixar o metabolismo lento e o que fazer para contornar o problema.

1 – Reduzir drasticamente o consumo de calorias

A maneira mais efetiva para queimar gordura é reduzindo as calorias da dieta, mas  se a redução for muito grande, o metabolismo vai ficar lento.
Isto acontece porque quando cortamos muitas calorias da alimentação por um tempo considerável, o corpo percebe isto como uma escassez de comida e desacelera a velocidade que o corpo queima calorias para proteger a vida.
A maioria dos estudos (1,2,3,4,5) feitos com pessoas magras ou obesas confirmam que uma redução drástica de calorias vai impactar negativamente a velocidade do metabolismo.
A maneira correta de cortar calorias da dieta é, primeiro, estimar quantas calorias você precisa por dia para manter o seu peso, então reduzir discretamente o consumo em, digamos, 500 calorias e ver como o corpo responde.
Somente quando a perda de peso estagnar, é preciso reduzir mais a ingestão de calorias e sempre de maneira discreta (de 500 em 500 calorias, por exemplo).
Reduzir drasticamente (mais de 1000 calorias de uma vez), só vai desacelerar o metabolismo, fazer você perder massa muscular e ainda aumentar a probabilidade de recaídas na dieta.
Por outro lado, quanto mais discreta é a redução de calorias, menos fome a pessoa sente, menos massa muscular será perdida e mais rápido será o metabolismo.

2 – Não ingerir a quantidade correta de proteína

Comer o suficiente de proteína diariamente é essencial, tanto para ganhar massa muscular como perder gordura, e ainda vai acelerar o seu metabolismo (6,7,8).
Isto acontece devido ao efeito térmico que a proteína tem quando é ingerida.
Veja bem.
Toda vez que nos alimentamos, o corpo precisa trabalhar para digerir a comida, quebrar os nutrientes e usá-los de acordo com nossas necessidades.
Tudo isso faz o corpo queimar energia, afinal, nem mesmo o nosso organismo trabalha de graça.
Acontece que o nosso corpo precisa trabalhar mais ainda para digerir a proteína, o que gera um efeito térmico muito maior do que quando ingerimos carboidratos ou gordura.
metabolismo-lento
Estudos mostram que o metabolismo pode acelerar em até 30% (9) quando ingerimos proteína.
Além disso, ingerir proteína é essencial para reparar e construir massa muscular, o que também acelera o metabolismo.
Uma pessoa que faz musculação, precisa ingerir em média 2g de proteína por quilo de peso corporal (uma pessoa de 60kg teria que ingerir cerca de 120g de proteína por dia).

3 – Negligenciar o período do sono

Dormir bem é extremamente importante para a saúde (e para o seu metabolismo).
Somente o fato de você não estar descansando o suficiente toda noite já aumenta a chance de ter doenças como problemas cardíacos (no futuro), diabetes e depressão (10).
Vários estudos também sugerem que dormir menos do que você precisa pode desacelerar o metabolismo e facilitar o ganho de gordura (11,12,13).
Com isto em mente, dormir cerca de 8 horas por noite é essencial para manter a saúde e o metabolismo funcionando corretamente.
Claro, nem todos conseguem dormir este tempo por questões de trabalho e estudos, mas com certeza todos podem priorizar o sono e dormir mais dentro do possível de cada situação.

4 – Ingerir açúcar

Açúcar refinado é a pior coisa que alguém pode ingerir diariamente. Ele traz literalmente zero benefícios para a saúde.
Não tem vitaminas, minerais, fibras ou qualquer nutriente que auxilie a saúde. O único “benefício” do açúcar é o seu gosto agradável.
Além disso, o consumo de açúcar está ligado a todo tipo de problema de saúde que vai desde diabetes até obesidade mórbida (14,15).
Como se não fosse suficiente, em um estudo controlado de 12 semanas, pessoas obesas que consumiram 25% da sua necessidade calórica através de uma forma de açúcar, tiveram uma queda significativa na velocidade do metabolismo (16).
Em suma, se o seu objetivo for queima de gordura, a melhor coisa que você pode fazer pelo seu metabolismo é cortar o consumo de açúcar refinado.

5 – Negligenciar ou não fazer musculação

Quando as pessoas precisam queimar gordura, a primeira coisa que vem em mente são os aeróbicos, quando na verdade deveria ser a musculação.
Fazer musculação é uma forma muito mais divertida (que aeróbicos) para melhorar o corpo e ainda evitar que o metabolismo fique lento (17).
Isto acontece porque quanto mais massa muscular alguém tem, mais energia será precisa para sustentar esta massa não adiposa extra.
Pense. O corpo terá muito mais trabalho para manter músculo do que gordura que fica parada.
Sem contar que ter mais massa muscular é essencial para gerar um corpo estético, menos flácido e mais saudável.
Aeróbicos tem o seu lugar na queima de gordura, mas vem por último depois da musculação e dieta hipocalórica.

Mitos sobre a velocidade do metabolismo

Ok, já listamos as coisas que mais podem afetar a velocidade do seu metabolismo.
Agora vamos listar algumas coisas que as pessoas PENSAM que vão deixar o metabolismo lento, mas na verdade não passam de mitos que só complicam mais a sua vida e o seu progresso.

Mito 1 – “Você precisa comer a cada 3 horas, senão o metabolismo vai ficar lento”

Primeiramente, não há problema algum em comer a cada 3 horas se você gosta, só que isto não vai acelerar ou desacelerar o seu metabolismo.
Estudos mostram que em um período de 24 horas, o número de refeições feitas não altera a velocidade do metabolismo (18,19). Simples assim.
E se fosse o caso, pessoas que fazem jejum intermitente para perder gordura e ficam até 16 horas sem comer, não conseguiriam queimar tanta gordura.
Em suma, a quantidade de calorias que você ingere no dia é muito mais importante do que quantasrefeições você faz.

Mito 2 – “Se você comer carboidratos depois das 18h, você vai engordar porque o metabolismo estará lento”

O que vai fazer alguém engordar é a quantidade total de calorias ingeridas diariamente e não exatamente quando essas calorias serão ingeridas.
Ironicamente, um estudo que durou 6 meses, comparou pessoas que faziam a maior refeição do dia no café-da-manhã com pessoas que faziam a maior refeição no jantar (20h).
No final, aqueles que faziam a maior refeição do dia a noite, acabou perdendo peso em vez de ganhar.
Isto significa que você deve se entupir de comida a noite antes de dormir ? Não, mas o estudo é uma evidência que o corpo não tem um relógio que a partir de certo momento o metabolismo fica lento e tudo o que é ingerido vire gordura.
Mais uma vez: foque-se na quantidade de calorias ingeridas no dia e não quando você vai comer.

Recapitulando

  • Jamais tente queimar gordura reduzindo drasticamente o consumo de calorias. Sempre reduza gradativamente.
  • Tenha certeza de estar consumindo a quantidade adequada de proteína diariamente.
  • Busque ao máximo dormir cerca de 8 horas por noite.
  • Evite consumo excessivo de açúcar refinado.
  • Treine pesado com pesos.
  • Não acredite em mitos estúpidos e antigos sobre o metabolismo.
Referências
  1. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8876348
  2. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26399868
  3. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/3812338
  4. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19198647
  5. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2723638/
  6. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15466943
  7. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25466951
  8. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/14710168
  9. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC524030/
  10. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27548196
  11. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22972835
  12. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26538305
  13. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22496545
  14. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26429086
  15. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25639270
  16. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21952692
  17. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25293431
  18. Bellisle, F, et al, Br J Nutr, 1997, April:77, Suppl 1:S57-70
  19. Verboeket-van de Venne, Westerterp, KR, Eur J Clin Nutr, 1991, Mar:45(3):161-9

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

BEAT THE WHEAT

If gluten turns your stomach and zaps your stamina, switching out the wheat may give you a serious training edge.

Josh Coe discovered his gluten sensitivity the hard way. He labored through the weight room with zip for energy, and had dark circles engraved under his eyes and a weight that ballooned from his normal 200 pounds all the way to 240. At a loss to explain his diminished condition, his friends suggested he examine his diet. “They noticed that when I drank one beer, I would have a hangover the next day. When I ate a pancake breakfast, sometimes I would throw up afterward,” says Coe, 34, who has been lifting for nearly 20 years.
A quick self-analysis pointed the finger at gluten-rich wheat. Any foods containing it made him sick, gassy and irritable. So he cut it out: No more wheat. And just like that, he could stick to hard, hourlong sessions four days a week and soon shrank his physique back to a lean and chiseled 200 pounds. “Once I stopped putting the poison in my body, I was able to heal and get the most out of my training,” says Coe. “I could go through both the bulk-up and cut-up phases with no physical or digestive issues.”
You’ve heard about going gluten-free (GF), probably even read about it and might know someone who follows this eating plan that has become the latest diet craze. After all, gluten-free has become big business. Entire aisles of grocery stores are filled with gluten-free products and many eateries have “GF” next to items on their menus. Sales of GF foods hit $4.2 billion in 2012, a 3 percent increase from 2010, according to market research publisher Packaged Facts. Odds are there’s a gluten-free choice for almost anything wheat-related, and this makes going gluten-free easier than ever before.
But can gluten-free really help you hit your mark in the weight room? “Strength athletes are always looking for an extra 1 to 2 percent to help them out. And constructing a diet around a potential food allergy or intolerance can often give them the edge they need,” says pro bodybuilder and coach Layne Norton, PhD.

GUT-CHECK TIME

Before you dive into a gluten-free lifestyle, you need to know the full story behind gluten. Gluten is a combination of two proteins, gliadin and glutenin, found in the endosperm of wheat (including spelt, kamut, farro and bulgur) as well as barley and rye. It's ground into flour used to make bread, pizza, cereal, pasta, pastries and cookies. Gluten is what gives these foods their doughy elasticity and chewy texture. Then there are the sneaky sources you wouldn't necessarily link to gluten, such as processed soups, hot dogs, salad dressings, soy sauce and (gulp) beer.
Gluten isn’t bad from a nutritional perspective. It becomes an issue when people cannot properly digest it, a condition called celiac disease. An estimated one in every 133 people, or 1.8 million, has celiac disease, and another 1.4 million have it but don’t know it. In fact, a recent study in the American Journal of Gastroenterology found that almost 80 percent of people with celiac disease don’t yet realize it. With celiac disease, your immune system attacks the undigested gluten proteins. Antibodies go into action, which flatten the villi, the tiny fingers in the small intestines that soak up nutrients from food. The lining of your small intestine becomes inflamed. This domino effect sets off an avalanche of aches and pains — about 300 symptoms have been identified — with the most prevalent being diarrhea, abdominal pain, bloating and intense fatigue.
Still, celiac disease is somewhat rare. A more common and even more misunderstood gluten issue is non-celiac gluten sensitivity (NCGS). Between 5 and 10 percent of the population have NCGS, according to the National Institutes of Health, University of Chicago Celiac Disease Center. People with NCGS — like Coe — also suffer similar symptoms as celiac disease, but it’s due to a negative reaction to digesting gluten. The body can digest gluten, but at a painful price.
A 2012 report in BMC Medicine found that people with NCGS also tend to suffer from headaches, mental fogginess, irritability, joint pain, and numbness in the legs, arms or fingers. Symptoms often appear hours or days after gluten has been ingested. Fighting fatigue? Battling chronic stomach issues? Feeling bloated and heavy? Gluten might be the problem.
The solution for both conditions is the same: Remove some or all of the gluten from your diet so the gut can heal and begin to absorb nutrients again. “When this happens, your body can efficiently build and repair muscle and other necessary functions during training,” says sports nutritionist Jennifer Vimbor, MS, RD, LD.
Still, NCGS is not as black and white as celiac disease. If you have celiac disease, going completely gluten-free is the only way to get relief. With NCGS, you may have a problem digesting high amounts of gluten, you may have trouble with certain gluten foods or you may simply be sensitive to one particular food. It’s no wonder that science has trouble grappling with NCGS. “There is a tight definition of celiac disease, but gluten intolerance has been a moving target,” says Daniel A. Leffler, MD, director of clinical research at the Celiac Center at Beth Israel Deaconess Medical Center in Boston.
A simple blood test (although not 100 percent accurate) and biopsy of the small intestine can determine if you have celiac disease. NCGS is trickier because there’s no clear-cut test. Instead, if you believe you have gluten sensitivity, you can adopt a full GF diet as with celiac. Or you can you try an elimination diet, a trial-and-error process in which you eliminate a specific gluten food or group, like pasta or bread, and monitor your reaction.
Here’s how to do it: Keep a detailed account of what food you cut out, how much of it you usually eat and when (lunch, snack, dinner, pre- or postworkout, etc.). Then track how you feel for the hours and days after eliminating that food. Do you notice less cramping? Do you feel less wiped out after a hard workout? If there are no significant changes, try another gluten food and follow the same pattern. Eventually, you should be able to identify the trigger gluten food(s).
If cutting out an entire item is too daunting, try reducing your normal amount by one-half. Often, this change can be enough to produce a positive result. Your timing may also be an issue. Do your symptoms erupt right before or after a training session? “Eating too much and too close to workouts can cause blood to pool and insulin to spike, both of which can cause gastric distress and create havoc on energy levels,” says Jim White, RD, ACSM, HFS.
With an elimination diet, you may just find that poor eating habits are the real problem. “I had a client who thought he had a gluten allergy because he always battled bloating,” says Norton. “It turns out that it wasn’t the gluten that was his problem, but rather that he binged on doughnuts and pizzas. By allowing him to consume it in moderation, he was able to stop binging and the bloating ceased.”

GLUTEN AND IRON

But what about the regular Joe who doesn’t have celiac disease or NCGS. Can going GF give you an extra edge?
First, a few facts: Despite the marketing ploys, gluten-free is not a “miracle” diet. It cannot directly make you lift more or longer. “The science is not there. It’s just anecdotal information,” says White. What GF can do, however, is help you eat cleaner and break your appetite for crappy, high-fat processed foods. Going full-throttle GF means skipping pizza, pasta, bread, Dagwood-sized sandwiches, cookies and muffins. So if you struggle with weight management, GF can help trim those extra pounds and keep you at an optimal size for training and performances.
However, GF does not mean you’re a slave to gluten-free substitutes found in a box on a grocery shelf. Gluten-free pastas, pizza and breads can often contain more calories, but no more nutrients, than their non-GF counterparts. Instead, going GF pushes you into the gold-star rating of healthy eating: fruits and vegetables; legumes, proteins, eggs and milk products; and brown rice and other whole grains such as buckwheat, quinoa, millet and wild rice. In this way, going GF helps feed your body more of the natural good stuff.
Keep in mind that GF is not a green light to overindulge. Yes, your choices are healthier, but even these foods can trigger digestive problems if you’re not careful. “You’re going to be just as bloated and miserable by consuming 1,000 calories from gluten-free fruit as you would from pasta,” says Norton. If there’s one nutritional problem or downside with going GF, it’s fiber. Whole wheat is a major source of dietary fiber, which your bowels need to work properly. Fiber helps regulate your digestive system and ensure proper absorption. “The average American diet is deficient in fiber,” says Norton. “Men need about 35 grams of fiber a day, which is often tough to hit, especially if you reduce or eliminate quick-to-fix fiber-rich foods such as bread, cereal and pasta.”
Yet this is an easy fix. To get the fiber you need, simply increase your intake of high-fiber raspberries, strawberries and apples, as well as lentils, black and lima beans, and vegetables like broccoli (1 cup steamed equals 5 grams). Or reach for gluten-free grains such as quinoa, millet and amaranth. (See “Great Grains” on page 47.) When your digestive system is at prime operation, you can better absorb the protein, carbs, vitamins, minerals and amino acids you need to feed muscle and build mass. You’ll feel stronger and more energetic for training, which leads to more productive workouts and quicker gains.
A big part of going gluten-free is just being more mindful with your nutrition. “You have to read labels and be more savvy about what you consume. You have to review the ingredients for additives that might have gluten,” says Coe. “Gluten-free is not a diet, but a lifestyle. You have to live it in order for it to work for you.”
The end result is that GF can teach you to cut out the junk and be more diligent about how you fuel yourself. Going gluten-free isn’t easy; it takes discipline and keen planning. But much like your training, if you put in the time and dedication, you’ll probably see — and in this case, feel — the results.

GLUTEN-FREE FAT LOSS

A current joke is that people who claim to be gluten-free for health reasons are really just cutting gluten-heavy carbs to shed pounds. But the weight loss associated with dropping gluten from the menu may not be related to carb calories at all.
A recent study in The Journal of Nutritional Biochemistry showed that when two groups of rats were fed high-fat diets containing the same number of calories, but one group was placed on a gluten-fee regimen, the GF group showed a reduction in weight gain. Scientists contribute it to an up-regulation in hormones that are responsible for burning fat stores. The gluten-free group also experienced reduced markers of inflammation and insulin resistance.

GET TESTED

While non-celiac gluten sensitivity can’t be measured with a test, you might identify a food allergy that’s tied to gluten. There are two ways, and both are cheap and can be administered by your doctor: 
Blood Test. This measures your immune system’s response to particular foods. It checks the amount of allergy-type antibodies in your bloodstream, known as immunoglobulin E (IgE) antibodies.
Skin Prick. Think one type of food is the culprit? This can determine your body’s reaction to it. A small amount of the suspected food is placed on the skin of your forearm or back. Your skin is then pricked with a needle and a tiny amount of the food is inserted beneath the surface. If you’re allergic, you will develop a raised bump or other inflammatory reaction.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Reeducação alimentar: dicas de como iniciar

Aprenda 10 dicas para que você possa iniciar a sua reeducação alimentar de forma adequada e com foco nos objetivos.

O excesso de peso e a obesidade tem se tornado um fator alarmante para as maiores organizações governamentais e não governamentais de saúde no mundo inteiro. Hoje já existem estudos que mostram o porque as pessoas tem se tornado cada vez mais obesas e o porque disso. E um dos métodos mais eficazes para combater este problema é a reeducação alimentar.
Tudo isso se deve a problemas como a redução nos níveis de atividades físicas, a redução da qualidade dos alimentos, a utilização de mais alimentos processados, em quantidades assustadoras, a criação de novas tecnologias alimentares, que muitas vezes prejudicam a naturalidade dos alimentos, a criação de meios cada vez mais cômodos, a baixa locomoção física, o nível de vida estressante, o aumento no consumo de álcool, a compensação psicológica com os alimentos, entre outros inúmeros pontos. Porém,entre os pontos que mais se destacam estão mesmo os relacionados com a alimentação, pois até é possível manter o corpo saudável com uma dieta coerente e um nível de atividade física relativamente baixo, mas o contrário não é bem observado, principalmente para pessoas comuns. Dessa forma, cada vez mais as pessoas vem buscando formas de adequar sua alimentação coerentemente e procurando de inúmeras formas reeducar sua forma de comer, pois percebem a importância que isso tem para a saúde, estética e para a vida.
Dicas para iniciar a reeducação alimentar
Diante dos maus hábitos conquistados com o decorrer da vida, seria incoerente dizer que muitas vezes não devemos REAPRENDER a comer, não é mesmo? E quando dizemos a respeito de reeducar a alimentação, não é fazer “regime”, afinal “regimes” não costumam durar muito tempo e o próprio termo já nos remete a pensar em algo restrito e rigoroso demais. Do contrário, “dieta”, que significa “hábito”, é algo que aprendemos no dia a dia e conseguimos manter, até mesmo por toda a vida, pois é algo que nos faz bem e não conseguimos viver sem.
Portanto, caso essa seja sua vontade e caso você consiga enxergar a importância que isso exerce na vida e os inúmeros benefícios que irá te trazer, você está convidado a entender um pouco mais de como iniciar sua reeducação alimentar. Obviamente, vale antes salientar que o acompanhamento profissional é sempre indispensável, mas ter um conhecimento próprio para melhor manipulação e discussão com seu profissional são fundamentais para adequar aos seus modos e necessidades todo esse processo.

1- Não faça mudanças bruscas demais nem mudanças sutis demais

Um dos grandes erros da maioria das pessoas que iniciam suas reeducações alimentares é optar por um dos extremos, seja ele para o muito ou para o pouco. Isso significa que muitas dessas pessoas optam por protocolos extremamente restritivos e que não as permitem conseguir segui-lo por muito tempo.
escolha-entre-alimentos
Alguns bons exemplos são as dietas sem carboidratos, dietas e shakes, dietas de sopas e assim por diante. Na verdade, caracteristicamente esses são mais regimes do que reeducações alimentares. Por outro lado, algumas pessoas costumam fazer mudanças sutis que, na realidade, deveriam ser obrigação e não consideradas mudanças, propriamente ditas. Bons exemplos são aquelas velhas histórias de “reduzir o refrigerante, agora, só bebo aos finais de semana!” ou mesmo, “cortei as frituras!”. Logicamente, esses são passos importantes, mas, se somente eles forem feitos, você não está reeducando seu corpo a comer adequadamente.
Para iniciar uma reeducação alimentar você precisa de um PROTOCOLO. Você precisa seguir algo. Porém, algo que seja palpável ao seu bolso e ao seu dia a dia e, ao mesmo tempo, algo que seja significativo e não meramente uma “pequena mudança”. Siga uma dieta, vá aprendendo como inserir coisas que você gosta, se dê ao luxo de experimentar coisas que você PENSA QUE NÃO GOSTA e você se surpreenderá com os resultados que começarão a se tornar muito naturais.

2- Não enfatize demais alimentos “saudáveis”

Você deve ter ficado confuso ao ler “alimentos saudáveis”, mas perceba que esse “saudável” está entre aspas, denotando algo com duplo sentido. Quando me refiro a saudável, me refiro aqueles alimentos que tanto são enfatizados e acabam virando tabus na dieta. Esses alimentos como o salmão, pães caríssimos, alimentos especiais sem glúten, sem lactose, sem isso, sem aquilo, com adição de sementes, com adição de inúmeros compostos, são sim interessantes, mas estão longes de serem fundamentais ou longe de serem o pilar de uma dieta.
A verdade é que a maioria das pessoas, pelo menos no Brasil, não conseguem manter uma dieta com esse nível financeiro e pensam que não vão ter resultados pela falta de condições, o que é uma INVERDADE. É muito bem possível estruturar adequadamente uma dieta impecável, gastando pouco (Aprenda a montar uma dieta gastando 15 reais por dia). Por exemplo, que tal trocar o salmão pela sardinha, que é ainda mais rica em ômega-3? Que tal trocar o arroz integral pelo próprio arroz branco, que pouco fará diferença? Que tal trocar as sementes caríssimas de chia ou outras quaisquer por belas castanhas do Brasil? Que tal trocar seu pão com sal do Himalaia, sem glúten por um bom pão integral bem mais em conta? Para muitos, dieta significa investir o que você tem e o que você não tem, e na realidade NÃO é bem assim, do contrário só teríamos pessoas magras e em boa forma em altas classes sociais, não é mesmo?
salmao-alimento-saudavel
Além disso, consideremos que a maioria desses alimentos, pouco tem aplicações práticas na maioria dos casos, pois são utilizados de maneiras inadequadas, em quantidades inadequadas ou mesmo na frequência inadequada e sem combinações adequadas também.
Portanto opte pelo básico nesse inicio da reeducação alimentar. Se depois você for tendo condições de comprar e manter alguns dos “caprichos” alimentares, sinta-se a vontade.

3- Comece observando o saldo energético total

As calorias são as unidades de medidas da combustão dos três principais macronutrientes pelo corpo (proteínas, carboidratos e lipídios), sendo que cada grama de carboidrato fornece 4kcal, cada grama de proteínas fornece 4kcal também e cada grama de lipídios fornece 9kcal. Claramente, ainda temos outros nutrientes, como o álcool que fornece 7kcal por grama ou mesmo algumas fibras alimentares que podem fornecer até 3kcal por grama.
Pouco adiantará você estruturar um planejamento com alimentos saudáveis, pouco adiantará você consumir refeições frequentemente ou quaisquer coisas do gênero achando que isso resolverá o problema. Se você ingerir 500Kcal a mais das suas necessidades nutricionais individuais advindas de alimentos saudáveis como um bom peixe, essas ainda serão calorias e representarão um ganho de saldo energético, resultando no ganho de peso e de gordura corpórea.
O primeiro ponto que deve ser observado em QUALQUER DIETA é o saldo energético total da dieta, ou seja, o quanto de calorias você consome diariamente. Para isso, cálculos de taxa metabólica basal, valor energético total, entre outros (Calorias: O que são e como são calculadas) são essenciais e devem ser precisamente mensurados. Obviamente, eles não são únicos, pois contamos com a individualidade fisiobiológica de cada um. Todavia, eles são a melhor diretriz. Dessa forma, tendo esse cálculo, você deve ter na mente que se ele for mantido a tendência é manter o peso, pois você está gastando o mesmo que consome diariamente. Do contrário, se ele o que você ingere de calorias for inferior ao que gasta irá resultar num déficit que resultará na perda de gordura corpórea. Por fim, se ele o que você ingere for maior a tendência é a de ganhar peso, o que também NÃO é conveniente.
Esse saldo todo deve ser distribuído entre as refeições, estruturando o consumo total durante todo o dia. Portanto, atenção às calorias!

4- Não conte demais as calorias

No item anterior, falamos sobre a importância que tem a contagem de calorias, e nesse falamos para que você não conte demais as calorias. Parece coisa de doido, mas é mais ou menos isso mesmo. Contar as calorias é uma estratégia inteligente, porém mensurar algumas coisas de maneira tão precisa e restrita é extremamente prejudicial.
contar-calorias
Por exemplo, existem pessoas que chegam a ser tão extremas em sua dieta que contam calorias advindas até de molhos e temperos como ketchup, mostarda ou mesmo o barbecue. Mensuram até a folha de alface que entram em seu prato. Mensuram as calorias do suco sem açúcar (Crystal Ligh) que estão em sua dieta. Isso limita os ganhos, pois faz com que você não tenha uma liberdade de consumo energético e acabe restringindo demais a versatilidade da dieta.
Por outro lado, contar calorias demais significa ingerir sempre uma quantidade fixa de calorias durante o dia. Acontece que nosso corpo não funciona da mesma forma todos os dias. Em tempos mais frios consome mais energia, quando andamos um pouco mais consome mais energia… Aquele dia que tiramos para descansar consome menos energia e assim por diante. Portanto, é muito relevante que possamos ter também a malícia de manipular nossa ingestão calórica diariamente, fazendo com que as necessidades do corpo sejam respeitadas. Se um dia você está com menos fome, é bom que coma menos, pois pode ser um indicativo de saciedade energética. Se um dia sentir fome, atente-se, pois pode ser algum tipo de carência nutricional.
Portanto, não seja altamente sistemático. Seja preciso o suficiente para que isso não se torne prejudicial aos resultados os quais você deseja alcançar.

5- Estruture seu dia a dia e planeje as refeições antecipadamente

A maioria das pessoas justificam o fato de comerem errado com a falta de tempo ou mesmo com a falta de disponibilidade de alimentos no momento que tem de comer. Porém, isso é desculpa barata. Osegredo de conseguir se manter em dieta é saber se planejar com antecipação e saber preparar tudo o que precisa antes e levar esses itens consigo.
Dificilmente VOCÊ ENCONTRARÁ o que precisa comer, preparado da forma que precisa e nas quantidades adequadas para você. Somente VOCÊ pode fazer isso e é fundamental que NÃO DEIXE DE FAZER, mas que faça antecipadamente, já prevenindo-se de passar algum tipo de necessidade.
Cozinhar e fazer marmitas pode ser uma tarefa difícil no começo, mas com o tempo você observa que essa é uma maneira muito prática de se alimentar, mais barata e gratificante, pois você começa a observar os inúmeros bons resultados em sua própria pele. Isso parece futilidade para alguns, pois “arroz é tudo igual”, “carne é tudo igual” e assim por diante… Todavia, desconsideram os teores de gorduras das carnes vendidas em restaurantes, desconsideram os altíssimos teores de sódio e mesmo a naturalidade dos alimentos, pois costumam ficar armazenados por tempos, o que faz com que esses percam grande parte de seus micronutrientes, como vitaminas e sais minerais.
marmitas-simples-dia-a-dia
Portanto, se você realmente quer sair de casa seguramente, sem furar a dieta e nutrindo-se adequadamente, comece a preparar sua própria comida, isso é fundamental.
Uma outra boa ideia é a utilização dessas novas empresas de refeições personalizadas, que fazem alimentos de uma maneira saudável e de acordo com o que você precisa e solicita. Porém, o custo é muito mais elevado e essa pode não ser uma opção viável para a maioria das pessoas, apesar de ser MUITO cômoda (grande parte dessas empresas, inclusive, trabalham com delivery).

6- Corte doces, refrigerantes e lanches

Um dos primeiros passos para acostumar o corpo com um estímulo diferenciado de alimentação é cortando alguns vícios que não farão falta, para que seu corpo comece a literalmente desaprender a tê-los como vícios. Dizem que um hábito se forma a cada aproximadamente 18 dias consecutivos de mesma repetição dele. Assim, se você se der ao luxo de ficar furando a dieta, certamente isso não o fará se acostumar com a nova rotina.
É incrível perceber que a maioria das pessoas, após passarem por um processo de reeducação alimentar e aprenderem a comer adequadamente, se surpreendem com o fato de não sentirem mais vontade de comer junkie food, ou quando comem acabam se sentindo fisicamente (e psicologicamente) ruins.
cortar-lanche-refrigerante-doces
É essencial que possamos nos adaptar de fato aos novos hábitos. No começo, realmente não será fácil e você precisará de esforço, mas com o decorrer do tempo, você verá o quão progressivo e benéfico isso será.

7- Descubra novos alimentos e novas preparações

Um dos maiores motivos de desistência de dietas é que as pessoas pensam que fazer dieta é comer comida insossa, sem gosto e totalmente ruim. Do contrário! Você possui inúmeras opções para deixar seu alimento extremamente saboroso, saudável e fazer da sua dieta um momento de prazer, pois sentir prazer com a alimentação é algo fundamental na dieta e na vida.
Muitas pessoas negligenciam o uso de temperos diversos, de molhos e até mesmo do sal. E, ninguém está falando que você deva se entupir de sal ou coisas do gênero. Apesar de importantes, eles também devem entrar em um equilíbrio. Porém, ainda existem inúmeras outras formas de deixar seus alimentos muito saborosos, com ervas, temperos, especiarias inúmeras e etc.
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Além disso, as próprias preparações e a criatividade são essenciais. Que tal ao invés de comer aveia com claras de ovos na primeira refeição, comer panquecas? Sim, é só misturar ambos, acrescentar um pouco de açúcar e fazer na frigideira. Apesar de estarmos comendo a mesma coisa, estamos comendo de uma maneira bem diferente, o que torna ao paladar uma aceitação muito maior. Que tal ao invés de tomar o shake pré-treino, fazer o mesmo um pouco mais grosso e deixar algumas horas no congelador? Fica praticamente um sorvete perfeito. E que tal ao invés de inventar mil maneiras de diluir a aveia, não fazer um belo mingau com alguma cobertura zero de maple syrup? As opções são inúmeras e você deve saber trabalhar com elas.
Portanto, seja criativo e não negligencie pequenas coisas que podem te ajudar.
8- Não faça adequações baseados nos outros ou em dietas prontas
Outro grande erro ao imaginar uma reeducação alimentar é que você deva fazer as mesmas coisas que fulano ou que ciclano fez e deram certo. Isso porque, devemos entender que o que dá certo para uma pessoa, pode não dar para outra. Assim, você necessita DO SEU PRÓPRIO PROTOCOLO e das suas próprias adequações.
Por exemplo, muitas pessoas conseguem comer 8-9 vezes ao dia, enquanto para outras comer quatro vezes é o suficiente, e não há nada de mal nisso, desde que ela siga adequadamente o seu planejamento e ele seja coerente.
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Para outras pessoas, é mais fácil comer esse ou aquele tipo de alimento, para outras as preferências serão completamente diferentes e há necessidade de se respeitar essa individualidade biológica. Aliás, esse é um dos bons motivos para dizer que dietas de gaveta (ou as chamadas “receitas de bolo”), dietas de revistas, dietas da moda, entre outras JAMAIS darão certo, pois elas NÃO seguem uma especificidade.
As quantidades de nutrientes, as formas de distribuição de nutrientes, as formas de comer em geral, entre outros inúmeros pontos que poderíamos mencionar, tem totalmente ligação com cada pessoa individualmente e você não pode ser como essa ou aquela pessoa e não terá as mesmas necessidades INDIVIDUAIS (como o próprio nome já sugere).
9- Aprenda a saborear os alimentos em sua forma natural
É absolutamente normal vermos as justificativas de pessoas que “comem” verduras e legumes, mas necessitam temperar esses alimentos para que consigam ingeri-los. Da mesma forma, é comum vermos pessoas que simplesmente dizem não gostar de nada que é “verde” ou que vem da terra (mas insistem em comer batatas fritas – lembrando que a batata vem da terra -). Entretanto, essas são justificativas PÍFIAS para pessoas que não se dão a luxo de conhecer determinados alimentos e fazê-los interessante para seu consumo.
Não estamos dizendo que temperar sua salada seja um crime ou impossível de ser feito. Porém, muitas pessoas comem temperos com saladas e não saladas com temperos a fim de “mascarar” o gosto do alimento e dizerem que estão sendo saudáveis.
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Os temperos utilizados devem ser em moderação. O ideal é que você aprenda e doutrine seu corpo a saborear o que a natureza lhe fornece. Comece gradativamente retirando os temperos e você verá como tudo começará a soar diferente em seu paladar. Mesmo assim, tenha sempre uma atenção especial com os temperos utilizados: molhos gordurosos, com muito açúcar ou melados, com alto teor de sódio, com muitas químicas ou mesmo gorduras hidrogenadas não são interessantes. Mesmo óleos como o de linhaça, de oliva que são saudáveis, devem ser utilizados com moderação, pois são altamente calóricos.
Portanto, comece aos poucos a conhecer novos alimentos, mas, não deixe isso de lado e não pense que será possível fazer uma boa dieta sem esse essencial item.

10- Cuidado com o excesso de adoçantes

Adoçantes são alternativas do açúcar que podem auxiliar em alguns pontos, dependendo da quantidade que são utilizados, forma de utilização e do tipo de adoçante a ser utilizado. Por exemplo, a frutose ou o mel não são boas opções, visto que apesar de serem naturais, tem tantas kcal como a glicose. Já outros adoçantes, como o aspartame, também não são indicados, mas por motivos piores, como a probabilidade de resistências insulínicas, problemas neurológicos, entre outros.
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Dessa forma, resta-nos utilizar adoçantes mais naturais como a Stevia ou a Sucralose, atentando-se para o não excesso e para o máximo que possa ser ingerido por kg diariamente.
Assim, procure também doutrinar seu paladar quanto ao doce. Utilize o menos possível alimentos e você perceberá como passará a conhecer os alimentos e não “máscaras” para eles.
Conclusão:
A reeducação alimentar não é um processo fácil, pois visa desvincular hábitos antigos e trazer novos bons hábitos. Entretanto, muitas vezes ela é essencial para manter uma boa qualidade de vida e acrescer longevidade.
Entretanto, a reeducação alimentar não é nada de outro mundo e pode ser feita com um pouco de esforço, com os seguimentos de dicas essenciais e com o acompanhamento de um bom profissional que possa auxiliá-lo a nutrir-se de maneira cada vez mais otimizada.
E então, que tal esquecer a segunda-feira e começar sua dieta desde JÁ?
Artigo escrito por Marcelo Sendon (@marcelosendon)