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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Variação para costas mais largas


Se tem dificuldades em desenvolver os músculos grande dorsal, que representam uma parte significativa da musculatura das costas, poderia experimentar esta variação de Flex Lewis do exercício puxada com pega afastada.

Flex Lewis – variação na puxada com pega afastadaflex lewis wide grip pulldown variation

Lewis afirma que aprendeu esta técnica alternativa com o seu treinador, Neil Hill. O que se pretende com esta variação é proporcionar uma nova forma de estimular os músculos e também pode ajudar a criar um físico mais detalhado.
Ao inclinar mais a barra para um lado consegue-se isolar mais um lado dos dorsais e também é possível realizar uma contração final mais forte bem como obter uma maior congestão muscular.
Lewis usa esta técnica juntamente com os exercícios de puxada tradicionais – nunca um ou o outro.
Por vezes alterna esta técnica com o treino tradicional, outras vezes adiciona algumas séries adicionais às 3-4 séries tradicionais de puxada. Também afirma que este movimento é excelente para repetições parciais.

sábado, 7 de novembro de 2015

Descubra a diferença entre o triângulo aberto e fechado na remada baixa

Descubra quais são as diferenças entre o exercício remada baixa com triângulo fechado e com o triângulo aberto e aprenda algumas dicas para realizar uma boa remada, independente do acessório.

A remada baixa com cabos é um dos exercícios mais utilizados entre os grandes fisiculturistas para o treinamento de dorsais. Sendo um exercício extremamente eficaz e possível de muitas variações, uma das mais frequentes é a com o triângulo em pegada neutra. Entretanto, muitos cometem o erro de acreditar que o triângulo aberto possui a mesma função do que o triângulo fechado. Isso é, quando os indivíduos atentam-se para a diferença entre os diferentes equipamentos.
remada-baixao-com-triangulo-fechado
Apesar de serem exercícios muito parecidos, a remada baixa com triângulo aberto é totalmente diferente da com triângulo fechado. Mas afinal quais são essas diferenças e o que uma pode beneficiar mais do que a outra? Será que podemos incluir variações para essas duas remadas? Vamos entender melhor a diferença entre esses dois exercícios.

Remada baixa com triângulo: Principais focos trabalhados

A remada baixa é possível de ser realizada com os mais diferentes equipamentos, desde barras em pegada supinada ou pronada, puxadores neutros (triângulo, barra romana, corda), unilateral, entre outras. Entretanto, pela biomecânica que o exercício possibilita, a remada neutra com puxador triangular é a que parece apresentar maior conforto, eficácia e eficiência, principalmente pela carga que se pode adicionar ao movimento. Somado a isso, ela permite ainda um trabalho com alto grau de amplitude, tanto na extensão quanto na contração dos músculos alvo. A remada neutra com triangulo ainda beneficia um brutal trabalho nos bíceps e não exige tanto dos antebraços, o que permite que eles cheguem a exaustão próximo ao momento da exaustão dos bíceps e dorsais.
Entre os músculos mais utilizados na remada baixa estão o latíssimo do dorso, os romboides, os redondos maiores e menores e algumas inervações lombares, principalmente quando se faz o balanço da região (o que em algumas variações não trata-se de roubo). Logicamente, auxiliares a esses que são os alvos está o bíceps, o deltoide posterior, o trapézio e os músculos flexores dos antebraços.

O triângulo aberto e o triângulo fechado

Mesmo com a utilização do triângulo, existem diferentes tipos deles. Apesar disso, alguns pouco mudam de um para outro, mas se há uma mudança significativa, essa é entre o aberto e o fechado. Mas, qual seria a diferença?
Na remada baixa com triângulo fechado, possibilitamos uma maior extensão do tronco na fase excêntrica do movimento, e na contração solicitamos menos dos deltoides e romboides. Isso porque, o triângulo tende a parar pouco antes do tronco, não entrando no “encaixe” do mesmo. Isso faz com que a limitação dê-se ao músculo latíssimo do dorso e a região lombar. Esse movimento permite uma maior movimentação do tronco e para atletas e esportistas inexperientes, isso pode significar roubos e grandes riscos de lesões, principalmente se o indivíduo tem o costume de utilizar roubos com alavancas na região lombar. Utilizando a remada com o puxador fechado podemos solicitar um pouco mais da região inferior dos dorsais, porém perdemos trabalho tanto em sua parte central quando nas partes superiores.
triangulo-aberto-e-fechado
Por outro lado, a remada baixa com triangulo aberta, possibilita uma menor extensão na fase excêntrica. Porém, a fase concêntrica é muito mais valorizada. Por permitir um “encaixe” melhor no tronco, esse equipamento faz com que a contração dos bíceps e dos músculos dorsais seja muito maior. É possível esmagar todos esses músculos com a utilização desse acessório, entretanto deve-se manter um bom controle da altura da puxada para não perder trabalho na região inferior e deve-se prestar a devida atenção em possíveis roubos, o que acaba por matar o diferencial do exercício.

Qual é o ideal para se utilizar?

Entre ambos, não podemos dizer que haja um melhor acessório para ser utilizado e nem que isso variará de acordo com a preferência do indivíduo. Por serem variações diferentes de um exercício, podemos ter em mente que o ideal seja uma devida variação e alternância entre ambos, a fim de estimular regiões próximas, mas diferentes a todo instante.
É importante variar não somente com esses dois acessórios, mas com acessórios diferentes de puxadas, principalmente caso sua academia não disponibilize ambos os acessórios supracitados no artigo.

Dicas e macetes para a realização da remada baixa

Algumas dicas podem ser importantes e representar grandes diferenciais para a realização da remada baixa. Essas dicas podem não só otimizar a realização e a performance do exercício em si, mas principalmente prevenir de lesões e maximizar o trabalho.
– Procure manter contrações e extensões máximas no exercício. Além disso evitar roubos, você consegue um trabalho completo na região e não provoca encurtamentos no bíceps.
– Utilize sempre o cinturão. É essencial que ele esteja presente principalmente nas séries pesadas onde a movimentação do tronco na fase concêntrica é quase que inevitável, principalmente dependendo da carga que estamos utilizando. É fundamental que ele não seja entendido como um item que possibilite “roubos com segurança”.
remada-baixa-triangulo-aberto
– Caso você deseje utilizar a fase excêntrica do movimento de forma otimizada, você pode estender o banco da remada utilizando um pequeno caixote atrás do mesmo, a fim de permitir uma melhor extensão do tronco durante a fase excêntrica do movimento. Esse era um pequeno macete utilizado por Arnold, por exemplo.
– Concentre a fase excêntrica para que não hajam lesões, em especial no bíceps por hiperextensões.
– Lembre-se que quanto maior for a movimentação do tronco, maior é o trabalho na região lombar. Se devidamente feita essa movimentação, isso pode se tornar um ganho extra no exercício.
– Quanto mais fechada for a pegada do acessório a ser utilizado, mais valorizada será a espessura dos dorsais, do contrário com pegadas mais abertas, valoriza-se mais a largura.
Conclusão:
Diferentes formas de variações de exercícios, por mais parecidos que sejam, podem incrementar ganhos aumentados na musculação, variando a forma de trabalhar um mesmo músculo. Além disso, utilizando de acessórios diferentes, possibilitam-se variações a fim de atingir focos específicos e necessários a serem trabalhados. Entretanto, para isso é necessário conhecimento e informação correta a fim de maximizar o trabalho e prevenir lesões diversas.