Mostrando postagens com marcador CONCEITOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CONCEITOS. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de março de 2016

FAILURE FACTOR

Advanced training techniques aren’t just for seasoned lifters. These proven intensity boosters are for anyone who seeks high-powered growth.


Advanced techniques produce advanced results when used judiciously.
So what if you’re a beginner? Physiologically, muscle is, well, muscle. Some of us have less, some have more, and we each have varied amounts of what are called fast-twitch and slow-twitch muscle fibers. But even with those differences, all muscle thrives on the challenge of being pushed beyond its limits, giving it the impetus to grow bigger and stronger to be prepared the next time it’s faced with a similar load.
With that in mind, the following advanced techniques can work for you if used judiciously as part of your regular weight-training routine. If you’re completely new to training with weights you may want to stick to the basics a while longer, but if you have at least a few weeks of training under your belt, try these techniques for yourself and see what you respond to best. They’re certain to make your gym time much more productive.

DROP SETS

The idea here is to push your muscles to their breaking point, then lighten the load and do it again for good measure. Start with a standard set to failure at your chosen rep range, then immediately “drop” or decrease the weight roughly 20 to 30 percent and rep again to failure.
This is simple to accomplish on a machine: Just reset the pin in the weight stack. But don’t be afraid to also try it with dumbbells and barbells, especially those handy preset bars.
As with any intensity technique, you don’t want to use drops on every set. But with one or two exercises within a workout, incorporating a drop (or two) can ensure that you’re appropriately taxing your body and priming the pump for growth.

PARTIAL REPS

You may remember being told as a kid, “Don’t do anything halfway.” That otherwise well-intentioned advice doesn’t apply here. In fact, even halfway might be a touch too much. That’s because the partial-reps technique involves doing repetitions from one-quarter to one-half of the full range of motion of an exercise after you’ve done as many full reps as you can. It’s a way to ensure a muscle group has absolutely no energy left to muster.
To do it, choose a resistance that will cause you to reach muscle failure at the target rep range. Using our arm-workout example, on triceps pressdowns you’d stick the pin at a weight that you can’t finish more than 12 reps with. But at rep No. 12, instead of just stopping the set, you continue: first doing as many half reps as you can, then “pulsing” out quarter reps until you can’t move the stack anymore. You should choose your exercises wisely, of course, and use a trusted spotter when needed.
Obviously, this tactic can give you an unbelievable bout of delayed-onset muscle soreness in the days to follow. You wouldn’t want to use it on every set or even in every workout because it can lead to overtraining, in which your body struggles to recover from workouts. Used prudently, however, partials are a potent weapon in the battle for more muscle.

DROP SETS WORKOUT: BACK

ExerciseSetsReps
Barbell Row515 (warm-up), 12, 10, 8, 6
Supported T-Bar Row412, 10, 10, 8–10*
Seated Cable Row310, 10, 8–10*
Wide-Grip Lat Pulldown310, 10, 8–10*
* On the final set, drop the weight by 20 to 30 percent, rep until failure, then drop it again and rep until you can do no more. You may drop the weight a third time for additional work.

PARTIAL-REPS WORKOUT: ARMS

ExerciseSetsReps
Close-Grip Bench Press415 (warm-up), 12, 10, 8
Overhead Dumbbell Triceps Extension38–12
Triceps Presdown310, 10, 10
EZ-Bar Preacher Curl38–12^
Dumbbell Concentration Curl38–12^
^ On the last two sets, after going to full-rep failure, continue with partials — half reps and quarter reps — until you reach total muscle exhaustion
- See more at: http://www.muscleandperformance.com/article/failure-factor-11765#sthash.VduKXhHw.dpuf

domingo, 6 de março de 2016

Energia elástica, entenda como ela afeta seu treino!

 

A energia elástica é um importante componente dos treinos de musculação e precisa ser usada com inteligência para que possamos ter melhores resultados e treinos mais intensos!

Energia elástica
As propriedades de nossos músculos são muitas e elas podem interferir positiva ou negativamente na musculação, dependendo do contexto em que ela é usada. A energia elástica é uma destas propriedades, que em determinados casos, pode ser muito positiva para melhorar a performance e em outros, pode prejudicar seu treino.
Por isso, é importante entender o que é a energia elástica e como usá-la de maneira inteligente em seu treino, para que ele tenha uma elevada intensidade!

O que é energia elástica?

Segundo Campos (2005) a energia Elástica é aquela energia que fica acumulada no tecido muscular durante a fase excêntrica de determinado movimento muscular e que pode vir a ser utilizada na contribuição do encurtamento do músculo durante a fase concêntrica da contração.
Tornando este conceito mais claro, o músculo tende a acumular energia quando a resistência externa está vencendo a resistência muscular. Esta energia é um mecanismo que ajuda na transição das contrações excêntricas para a concêntricas.
É importante entender que o cérebro tem diversos mecanismos de defesa e que sua principal preocupação, é poupar esforço. Com isso, este foi um mecanismo evolutivo que nos propiciou melhorar o desempenho dos movimentos.
Além disso, é importante ressaltar que métodos como a pliometria usam esta energia elástica para aumentar o desempenho e promover um aumento da potência muscular. Neste sentido, é muito importante ter clareza que a energia elástica é sim muito importante, mas que pode atrapalhar alguns treinos de musculação, por reduzirem a intensidade dos treinos.
Veja agora como usar a energia elástica de maneira positiva para seus treinos!

Energia elástica e aumento da intensidade de seus treinos na musculação!

Se a contração concêntrica, em que ocorre um encurtamento do músculo, ocorrer dentro de um período considerado razoável, logo após o alongamento da fase excêntrica, a energia que foi armazenada é usada na volta da contração concêntrica. Segundo Campos (2005), estima-se que este período razoável seja de até 0,9 segundo.
Porém, se esta troca de direção acontecer entre a fase excêntrica e a concêntrica num período que seja superior a 0,9 segundo, esta energia elástica se perde com sua conversão em calor. Desta maneira, o músculo só conseguirá realizar a contração concêntrica utilizando seus componentes contráteis tradicionais, sem ter a ajuda dos componentes elásticos.
Em termos práticos, isso representa cerca de 20 a 30% de aumento na intensidade do exercício. Em termos absolutos, isso representa uma intensidade total muito mais acentuada, apenas com o ajuste na cadência dos movimentos. Veja agora como isso pode ser feito na prática!
Como usar a energia elástica ao seu favor na musculação
É importante salientar que aqui estarei mostrando aqui não é uma receita para todas as situações. Muitas vezes em práticas de melhora de desempenho esportivo e de potência muscular, usamos a energia elástica para o aumento da potência.
Desta maneira, o que irei mostrar é usado para a melhora das microlesões teciduais, geradora de hipertrofia.
Vou focar em mostrar como isso ocorre em dois exercícios diferentes, mas no geral, este acúmulo de energia elástica acontece de maneira igual nos demais movimentos. Vou falar da rosca direta e do agachamento.
1° Na rosca direta, seja ela com barra ou com halteres, no final da fase excêntrica, estamos com os cotovelos quase que completamente estendidos. Se nesta fase, você rapidamente mudar a direção do movimento, o ponto inicial será feito com a ajuda da energia elástica acumulada. Por isso, o ideal é neste ponto, ou seja, na transição das fases de contração, você segure o movimento por pelo menos 1 segundo e só então, voltar para a fase concêntrica.
É óbvio que isso trará muito mais dificuldade ao movimento, mas é justamente isso o que buscamos nesta fase. Veja como a cadência dos movimentos é importante para o aumento da intensidade dos mesmos!
2° Já no caso do agachamento, teremos o mesmo caso na parte final do movimento, quando você estiver com os joelhos e o quadril flexionados. Neste momento, também se indica a parada de 1 segundo, para só então, voltar a fase concêntrica. É muito importante também que nesta fase do movimento, suas curvaturas fisiológicas da coluna sejam mantidas, para não gerar uma sobrecarga desnecessária!
Perceba que a ideia é a mesma, basta saber identificar as fases concêntricas e excêntricas de cada movimento. Este simples ajuste em seu treino, irá trazer um grande aumento da intensidade.
Como se isso já não fosse o suficiente, ainda temos um ponto muito importante que se beneficia desta prática. As trocas de direção rápidas, fazem com que tenhamos uma maior sobrecarga sobre as capsulas articulares, um dos principais motivos de lesões. Se você usar um tempo adequado na transição das fases, terá muito menos chances de lesões.
Em treinos de potência, estas trocas rápidas se tornam inevitáveis, mas neste tipo de treino, temos de ter uma preparação prévia. Em termos de periodização, estou falando do período básico. Com isso, as articulações já terão tido o tempo de adaptação necessário.  
Isso, mais uma vez, nos mostra que treinar adequadamente, de maneira intensa, é muito mais do que deslocar pesos como um guindaste. Este pequeno ajuste já nos trará um ganho exponencial, que pode ser a base para uma melhora substancial em seus resultados. Isso é a essência do treino inteligente, intenso e efetivo. Bons treinos!
Referências:Campos, Maurício de Arruda. Biomecânica da musculação/ Maurício de Arruda Campos. – Rio de Janeiro: Sprint, 2005

quinta-feira, 3 de março de 2016

MUSCULAÇÃO: HIPERTROFIA E CAPACIDADES FUNCIONAIS

Nestes novos tempos em que a musculação tornou-se finalmente reconhecida como a mais completa forma de preparação física, em que a ciência não deixa mais dúvidas quanto à sua eficácia e segurança, ainda surgem no meio aqueles que eu chamaria de “falsos profetas”, os famosos “chutadores”. A rigor, eles sempre existiram, alguns até gozaram de fama temporária, mas não passaram para a história, não foram grandes, porque suas propostas eram carentes de conteúdo sério, sem experiência, sem ciência e sem resultados.
O treinamento resistido, desde sempre seguro e eficiente, torna‑se até perigoso, e com resultados no mínimo questionáveis, com o advento destas “novidades” do tipo “Treinamento Funcional”, ou “Hipertrofia Funcional” e apelações do gênero, que apregoam “resultados”, como se antes estes não existissem.
O que vemos por aí, como sendo a última palavra em treinamento, não é outra coisa senão invencionices de marqueteiros, indivíduos sem seriedade, ou conhecimento mais aprofundado do treinamento resistido, da sua história e dos estudos científicos atuais.
Uma grande confusão é armada quando se trata de focar o treinamento de força objetivando desenvolver qualidades de aptidão física (funcionais), para as mais diversas atividades, sejam recreativas, laborais, desportivas, ou para a melhora da qualidade de vida dos cidadãos. Tentam fazer parecer que quem treina para a hipertrofia dos músculos com métodos convencionais não recebe nenhum outro benefício salvo a mudança da composição corporal em função do aumento da massa muscular.
[adrotate banner=”3″]
O aumento do tamanho dos músculos sempre se faz acompanhar do aperfeiçoamento das suas capacidades de coordenação neuro‑muscular, contrátil e metabólica. Mesmo a função cardiovascular é aprimorada nos aspectos que dizem respeito aos esforços de alta intensidade. Portanto, desenvolvendo paralelamente várias qualidades de aptidão física, notadamente a força e a resistência anaeróbia (Muscular Localizada), aprimorando igualmente diversas variantes de potência. O produto final de um indivíduo treinado com pesos, mesmo que o objetivo seja apenas a hipertrofia, é de uma pessoa preparada para quaisquer situações, onde a força, a resistência, agilidade e flexibilidade sejam necessárias.
Mas não se deve confundir o aprimoramento da técnica, da destreza e de habilidades específicas para determinados esportes ou ações físicas. Estas serão desenvolvidas na prática da atividade escolhida, dependentes, em grande parte, das condições impostas geneticamente a cada indivíduo.
Nas pesquisas científicas realizadas em todo o mundo com o treinamento resistido e que documentam os benefícios da atividade, foram utilizados sistemas e equipamentos tradicionais de treinamento. Também os grandes campeões de bodybuilding e dos esportes de força em geral utilizam, em sua grande maioria, métodos e sistemas de treinamento convencionais, consagrados pela experimentação prática de décadas.
É preciso não esquecer que o conhecimento atual se deve, em sua maior parte, a fracassos e sucessos daqueles que há muito tempo também treinaram para obter músculos e força. Portanto, se você quiser aprimorar as capacidades de desempenho do seu organismo (ou funcionais), e ao mesmo tempo conferir ao corpo músculos firmes e sólidos, não é necessário correr riscos, pagar mais caro, realizar treinos mirabolantes, inusitados, inseguros ou “engraçados”.
Não tenha tanta pressa, planeje, pense, ouça, leia e observe mais, depois faça, com calma, curtindo o momento, porque este é o único tempo que realmente existe. Um treino inteligente funciona e dá resultados sempre, não é necessário ir a um “circo”, onde o palhaço poderá ser você. Cuidado!
 Referências bibliográficas: www.biodelta.com.br

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

CONSUMO DO ÁLCOOL E ESTÉTICA CORPORAL MUSCULAR

Frequentemente recebo perguntas de pacientes que estão sendo submetidos a programas de reeducação alimentar e exercícios físicos, sobre o uso do álcool no metabolismo esportivo.
Ao abordar esse assunto, já posso adiantar que quando buscamos padrões estéticos musculares, como por exemplo, aumento da massa muscular em volume e definição, temos que introduzir nos pacientes, técnicas específicas de estimulo anabólico, ou seja mudanças no padrão metabólico do mesmo, sendo necessário para isso, alterações no estilo de vida do individuo, principalmente no que se refere a alimentação e descanso reparador adequado.
Mediante a isso, passamos a adotar medidas que contribuirão para potencializar os ganhos musculares ou emagrecimento, se for o caso, afastando qualquer medida que ponha em risco o sucesso do tratamento.
Uma das medidas que podem contribuir para a diminuição da eficiência anabólica muscular, está ligada ao consumo do álcool ou etanol.
Sabemos que o consumo do álcool está extremamente inserido na cultura brasileira e mundial do ser humano, sendo um meio social de unir as pessoas, tornando muitas vezes os relacionamentos entre indivíduos mais descontraídos.
Podemos ver de forma bastante comum, o álcool presente nos âmbitos profissionais, familiares, amorosos, esportivos, de lazer e até mesmo religiosos. Sendo assim, acho bastante sensato falarmos de forma breve e resumida sobre o metabolismo do álcool no corpo humano.
O principal meio de consumo do álcool é feito através de bebidas denominadas alcoólicas, pois contem em sua composição o etanol ou álcool etílico. O álcool é produzido pela fermentação de açúcares contidos em frutas, grãos e em caules (como na cana-de-açúcar), sendo as bebidas alcoólicas classificadas em: fermentadas, destiladas e compostas.
Os efeitos do álcool no organismo variam de acordo com diversos fatores tais como: a rapidez e freqüência que é ingerido, a individualidade biológica de cada usuário, metabolismo, vulnerabilidade genética, sexo, estilo de vida, idade e a presença de demais nutrientes no trato digestivo, ou seja ingerir álcool de estomago vazio, aumenta a sua velocidade de absorção o que pode reforçar seus efeitos no corpo.
É bom deixar claro aos leitores que o álcool é uma forma de carboidrato que proporciona cerca de 7 kcal de energia por grama (ml) de substância pura, perdendo somente para as gorduras que fornecem em torno de 9 kcal de energia por grama, sendo considerado um mal nutriente ao corpo, pois representa um tipo de caloria vazia. Quando ingerido, o álcool passará a ser absorvido pelo esôfago e posteriormente pelo estomago (20% da absorção), percorrendo para o intestino delgado, onde será absorvido em sua totalidade (80%) e na corrente sanguínea, o álcool inicia uma seqüência de alterações metabólicas em diversos órgãos do corpo como coração, cérebro, fígado, músculos, dentre outros. Dentre essas inúmeras alterações causadas pelo alcool, passarei a relatar de forma resumida, às mudanças que irão dificultar o metabolismo esportivo e conseqüentemente irão afastar os resultados almejados.
O álcool ingerido cria uma dificuldade para o organismo absorver nutrientes necessários ao músculo e sem os nutrientes adequados, não haverá crescimento muscular e nem tampouco perda de gordura.
Ocorrem também diversas alterações no fígado que dificultam a quebra de gorduras corporais pelo organismo, facilitando o acumulo de gordura subcutânea e visceral, existe também um outro fator bastante comprometedor da função bioquímica anabólica, que é a desregulação do hormônio insulina, que se torna instável pela presença do álcool, alcançando altas concentrações e preenchendo os receptores de fatores de crescimento (somatomedinas), inibindo a função de crescimento muscular, dentre diversas outras alterações no metabolismo que se eu for citar nesse artigo, o mesmo se transformará numa revista.
Para encerrar, deixo aqui uma orientação para que sempre seja usado o bom senso, quando o assunto é a associação de ingestão alcoólica e treinamento físico, digamos que esses dois nomes somados são incompatíveis, porém sabemos que o álcool está inserido nas funções humanas de lazer e socialização, assim sendo numa balada, festa do trabalho, confraternização, ou demais eventos, onde seja inevitável o consumo alcoólico, que seja usado de forma consciente, sem excessos e associado a um maior consumo de água e alimentos, pois essas medidas tornam a absorção do álcool mais lenta, atenuando os efeitos tóxicos do mesmo.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Entenda a importância da fase EXCÊNTRICA nos Treinos


Entenda a importância da fase EXCÊNTRICA nos TreinosOlá senhoras, senhores e demais. Venho lhes escrever sobre um assunto do qual deveríamos ter como básico. Porém, quando se trata de básico não significa que é conhecido pela maioria. Muito pelo contrário. Digo isso não por literatura, mas por experiência prática de alguns anos treinando e observando os mais experientes com objetivo de absorver e assimilar conhecimento, seja a partir dos profissionais, seja a partir dos recreativos que conquistaram um shape de respeito. No meio disso é claro, também acabamos conhecendo e auxiliando pessoas com maiores dificuldades e alguns erros que, mesmo que tentemos corrigir, são vistos como costumes e vícios que acabam proporcionando nada mais que comodismo, fazendo com que a musculação seja somente uma prática, sem que vejamos resultados. Isso é o que gostaria de colocar na cabeça de algumas pessoas. Musculação pode trazer resultado SIM, independente de genética. Alguns evoluem mais, outros menos, mas todos podem evoluir seja em termos estéticos, relativos a saúde, mente, etc.
Bem, voltando ao assunto principal, antes de tudo vamos explicar de forma a facilitar o entendimento do conceito e, deixo claro, para o ódio de alguns e alegria de outros, não sou um cara chato que tentará surpreender usando palavras difíceis, estou aqui para falar olho no olho, ou no caso, tela na tela, com transparência e humildade para traduzir em palavras simples um conceito mais simples ainda, que contribuirá muito na evolução de cada um de vocês que ainda não o conhece. Então vamos lá, o que seria a fase CONCÊNTRICA?

Entenda a fase CONCÊNTRICA


Fase concêntrica é simplesmente a fase onde há contração do músculo alvo, também conhecido por movimento POSITIVO, palavra a qual usarei como sinônimo a partir daqui, repito, CONCÊNTRICO = POSITIVO. Um exemplo prático gafanhotos, melhor, alguns:
Supostamente você está fazendo um supino, movimento onde o músculo alvo é o peitoral. Então, o movimento positivo é o de empurrar a barra para cima, onde você está realizando com a força de contração do peitoral, correto?
Agora, para deixar claro que positivo não quer dizer o mesmo que empurrar para cima, outro exemplo darei pelo pulley, exercício onde o músculo alvo é a grande dorsal: o movimento positivo é quando você puxa a barra em direção ao seu peito, onde você estará contraindo sua dorsal. Então sempre pense assim, contraiu o músculo alvo, é concêntrico/positivo.

O que é a fase EXCÊNTRICA?


É simplesmente o contrário do concêntrico. Excêntrico, de forma simples, é o movimento dado pelo alongamento do músculo alvo, no qual – no exemplo anterior usei o supino – ao descer a barra em direção ao seu peito estará realizando alongamento do músculo peitoral, ou seja, este é o movimento excêntrico também conhecido por negativo.
Abaixo é exibido o exemplo da Rosca Direta onde fica claro a execução das duas fases: concêntrica e excêntrica:
excêntrica-concêntrica
Bom, qual a importância afinal de toda essa falação? Simples, durante a fase excêntrica sua musculatura faz um esforço imenso para prevenir um super alongamento, já que além de alongar você o faz com uma carga extra, sendo que para prevenir uma lesão maligna (diferente de microlesão, claro) acabamos usando um grande número de fibras, contribuindo mais ainda a hipertrofia que o próprio movimento de contração, o concêntrico.
Traduzindo em praticidade, torna-se importante focar neste movimento negativo durante os exercícios, ou seja, ao fazer a bendita rosca direta, em vez de subir e descer a barra com a maior velocidade do mundo apenas soltando ela, você irá sentir o movimento de contração com concentração e explosão e, no movimento negativo, você irá se concentrar e fazê-lo lentamente, de forma que o mesmo dure cerca de 3 segundos.
É tão tolo e simples, que muitas pessoas não dão importância e se você é uma delas faça o teste. Olha que estou falando exclusivamente da forma de realizar os movimentos, nem toquei no assunto de técnica, divisão de exercícios, ordem, falha, séries, alimentação e suplementação. Pensando que você está fazendo o correto em todos e apenas falha no assunto do texto, comece a se preocupar com isso a partir de agora e observe como sairá do shape estagnado em que provavelmente está. Um texto onde trato de forma diferente dessa abordagem é o “Treine seu Corpo não seu EGO”, onde falo sobre cargas. Nele você entenderá o por quê de ao concentrar -se na fase excêntrica, acabará usando menos carga que um ser que simplesmente faz de qualquer jeito e claro, usará menos carga e terá mais resultados, disso não tenho dúvida.
Abraços monstros e futuros monstros, musas fitness e futuras, ex gordinhos (as), tenham todos um treino excelente de destruidor e um descanso lindo e recuperativo.


Post EXCÊNTRICA - Entenda a importância dessa fase nos 

sábado, 5 de dezembro de 2015

Vo2 máximo, entenda o que é este conceito!

 

O Vo2 máximo é um conceito muito usado para diversos parâmetros. Porém, muitas vezes não há um entendimento correto dele. Veja neste artigo o que é o Vo2 máximo!

Teste de Vo2 máximo
Muitas variáveis podem ser usadas para a avaliação das capacidades orgânicas de nosso corpo. Estas variáveis são muito importantes, pois nos dão uma base de trabalho e um objetivo a ser alcançado. Entre as variáveis mais usadas temos a força máxima, a velocidade e agilidade (em suas diferentes implicações) e o Vo2 máximo. Este último é uma medida qualitativa que diz respeito não apenas ao desempenho físico, mas também um fator determinante para a boa saúde.
Neste sentido, entender o que é o Vo2 máximo e quais são as variáveis envolvidas em sua avaliação é fundamental!

O que é o Vo2 máximo?

De maneira simplória, podemos dizer que o Vo2 máximo diz respeito a capacidade máxima de captação de oxigênio pelo corpo. Ou seja, ele está relacionado diretamente com a capacidade que nosso sistema respiratório tem de captar oxigênio no ambiente externo e utilizar este mesmo nas trocas gasosas. Estas trocas são a base para a que a circulação possa levar aos tecidos do corpo mais nutrientes.
Portanto, quanto mais oxigênio o corpo conseguir captar e transportar, melhor será o fornecimento dos nutrientes aos tecidos. Desta maneira, temos aqui um parâmetro fundamental na construção do condicionamento físico e da funcionalidade.
É muito importante que o VO2 máximo seja a base de trabalhos que buscam melhora do condicionamento e da funcionalidade. Mas para isso, é preciso saber como mensurar o Vo2 máximo. V

Como mensurar o Vo2 máximo

De maneira geral, a maneira mais fidedigna de mensurar o Vo2 máximo é realizar um teste de esteira, com a presença de um cardiologista. Isso por que este teste tem uma margem de erro menor. Mas existem maneiras indiretas de fazer isto.
Não vou mostrar especificamente como fazer isso, pois o mais indicado é o acompanhamento de um profissional de educação física para fazer isso. Caso não possa fazer isso de maneira monitorada, o teste de Cooper é bastante fácil de ser feito e de uma maneira geral, apresenta um resultado com um desvio padrão considerado pequeno.
Existem outros testes mais completos e fidedignos, como o teste de Léger e Lambert (1982). Independentemente do caso, estes testes te trazem uma avaliação indireta, portanto, sempre temos um desvio padrão considerável.
De maneira geral, o que indico é o acompanhamento de um bom profissional, pois ele saberá avaliar as variáveis e te dar um parâmetro mais adequado.
Como o Vo2 máximo influencia seu treino?
O Vo2 máximo é um importante parâmetro de rendimento. Se você for um atleta de resistência, ele é a principal fonte de trabalho. Usamos percentuais de trabalho sobre o Vo2 máximo para estipular as cargas de trabalho de maneira mais adequada.
Em esportes de potência, por exemplo, temos um parâmetro de Vo2 máximo para calcular a questão da resistência a determinados estímulos.
Além disso, o Vo2 máximo é um importante parâmetro para quem busca emagrecer. Isso mesmo, você não leu errado!
Quanto maior o Vo2 máximo, maior a capacidade do corpo de utilizar a gordura como fonte de energia. Justamente pela captação de oxigênio mais acentuada, que melhora os mecanismos aeróbicos de nosso corpo.
Como melhorar o seu Vo2 máximo
Aqui entramos em um ponto complexo. Se você for sedentário, qualquer atividade com intensidade um pouco maior que você fizer será suficiente para melhorar o Vo2 máximo consideravelmente. Mas a partir do momento em que você passa a ser mais “treinado”, menos “treinável” você se torna.
Hoje sabemos que os exercícios mais intensos tendem a trazer mais benefícios sobre o Vo2 máximo. Isso é um dos motivos que fazem com que a musculação e o HIIT sejam mais adequados para o aumento da capacidade de captação de oxigênio do que os treinos menos intensos e mais longos.
Mas é lógico que dependendo de cada caso, precisamos de abordagens mais específicas, que irão gerar mais qualidade no treino.
O importante é saber que o Vo2 máximo é um parâmetro qualitativo de seu treino e dependendo de seu objetivo, é muito importante que ele seja mensurado com certa frequência, para que as cargas de trabalho sejam feitas em torno dele! Bons treinos!