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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Aprenda a fazer a Vitamina Fit que ajuda o organismo a eliminar a gordura!


vitamina-ajuda-eliminar-gorduraVitaminas são uma ótima fonte de nutrientes para qualquer pessoa, principalmente depois de atividades físicas, além de ser saborosa e refrescante. Frutas e leguminosas trazem inúmeros benefícios para nosso organismo, tanto para reposição de nutrientes quanto para acelerar a perda de peso.
Essa receita de Vitamina Fit ajuda o organismo a eliminar a gordura, graças a seus componentes. Além desse maravilhoso benefício, a receita é uma ótima fonte vitaminas B1, B2, B3, B6, C, K, ácido fólico, betacaroteno, cálcio, cobre, cromo, ferro, fósforo, magnésio, manganês, potássio, selênio, asparagina, triptofano.
O aspargo tem menos de quatro calorias por unidade e contém o aminoácido asparagina, excelente na quebra das moléculas de gordura. Ele também funciona como um poderoso diurético, ajudando a reduzir a retenção de líquidos.
O aipo tem alto teor de água, por isso é ótimo para hidratar o corpo. O betacaroteno da cenoura dispara o processo de eliminação da gordura e ajuda a estabilizar a taxa de açúcar no sangue.

INGREDIENTES
  • 2 aspargos cortado ao meio;
  • 1 talo de aipo grande;
  • ½ cenoura grande;
  • 2 scoop de Whey Protein (sabor morango);
  • 200ml de água.

MODO DE PREPARO
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata em torno de 1 minuto. Se quiser que a vitamina fique mais fina basta acrescentar um pouco mais de cubos de gelo ou água. Beba a seguir.

Benefício dos principais Nutrientes
  • As vitaminas do complexo B garantem a produção de energia pelo organismo e o bom funcionamento do sistema nervoso e hormonal;
  • O ferro é essencial para o transporte de oxigênio e formação de glóbulos vermelhos no sangue;
  • O manganês é um mineral que atua junto com diversas enzimas para facilitar os processos metabólicos e tem ação antioxidante;
  • O fósforo, possui o papel fundamental na saúde de ossos e auxilia a regeneração de tecidos.

Sirva a Vitamina Fit, e saboreie a vontade!!!



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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Conheça os benefícios do hummus!

U Fabíola Cunha    t 4 de janeiro de 2017



O hummus ganhou popularidade nos últimos anos, é um prato relativamente simples de fazer e é possível adicionar qualquer coisa para modificar o sabor dele.  Ele é um alimento típico da cultura árabe feito a partir de grão-de-bico cozido e espremido, tahini, azeite, suco de limão, sal e alho. E o melhor? Ele é bastante saudável!

Mantém a regularidade do intestino

hummus
Graças à alta quantidade de fibra, um dos benefícios do hummus é manter o trato digestivo regular. É um modo efetivo e saboroso de adicionar fibras à dieta. E a fibra tem outros benefícios como ajudar a prevenir doenças cardíacas.

Melhora a saúde dos ossos, pele e sangue

hummus
Hummus tem uma alta quantidade de proteína. Ela é essencial para fortalecer ossos, músculos, pele e sangue. Para além das carnes, ovos e leite, o hummus é uma ótima fonte dessa substância.

Diminui o colesterol

hummus
O hummus é feito de grão-de-bico, que tem nutrientes excelentes para diminuir o colesterol. Mas fique atento à quantidade de sódio adicionada ao hummus comprado em supermercados e lojas especializadas.

Previne o câncer

hummus
O grão-de-bico possui três componentes, como saponinas, que são inibidores da protease, e ácido fítico, que protege as células de danos que podem levar ao desenvolvimento de câncer.

Ajuda na perda de peso

hummus
Hummus é tradicionalmente feito com tahini (manteiga de gergelim), que contém ótima quantidade de gorduras monoinsaturadas. Dentre uma série de benefícios, elas promovem a perda de peso e diminuição da gordura abdominal. Elas são uma substituto popular para gorduras trans e polinsaturadas que causam ganho de peso e de barriga.

Ossos mais fortes

hummus
Grão-de-bico e tahini são ricos em cálcio, essencial para a saúde dos ossos. Isso é especialmente importante para mulheres na meia-idade que precisam evitar a osteoporose.
Dica: Confira também nosso artigo sobre quanto tempo leva para ver os resultados da musculação.

Afasta a anemia

Grão-de-bico e tahini também são boas fontes de ferro, que ajuda na entrega de oxigênio às células vermelhas do sangue. Quando se tem uma deficiência em ferro, você pode ter anemia.

Substitui o fast-food

hummus
Pode-se usar o hummus como substituto para maionese, que é essencialmente apenas ovos e gordura. Misturado com água ou caldo de legumes até ficar liquefeito o suficiente para ser usado como molho para salada. É uma opção para servir como patê para consumo com canapés e torradinhas.

Abaixo às alergias!

hummus
Hummus é gluten free, além de não ter castanhas e lactose. Para as pessoas que têm restrições a esses ingredientes, o hummus é um excelente substituto.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Entenda porque comer de 3 em 3 horas proporciona tantos Benefícios aos Marombas!


por que comer de 3 em 3 horasBem, se seu objetivo é construção muscular ou queima de gorduras você tem que saber que comer de 3 em 3 horas é algo de muita importância para quem treina com pesos em busca dos objetivos citados acima.
Tanto a queima de gorduras e o ganho de massa muscular magra depende de uma dieta regrada feita a base alimentos construtivos, e para que o processo seja efetivo a pessoa tem que se regrar quanto a comer em horários certos e saber distribuir bem os alimentos nesses horários.
Pois não adianta treinar feito um dinossauro e comer errado e esquecer de respeitar os horários das suas refeições, pouco adiantará treinar pesado, intenso se as refeições não forem feitas nos horários certos e os alimentos consumidos sejam alimentos construtivos.

Benefícios em comer de 3 em 3 horas!


Bem,  vou fazer um breve resumo das vantagens e creio que a partir dessa leitura você vai começar a ser pontual e respeitar os horários de se alimentar. Vamos lá então!
Comer de 3 em 3 horas ACELERA SEU METABOLISMO fator importante para quem quer mandar embora as gorduras indesejadas do corpo e ter músculos mais aparentes, definidos e bem modelados.
Comendo de 3 em 3 horas você evita ter ATAQUES DE FOME e de sair comendo besteiras em horários errados, pois já sabe comeu porcarias fora dos horários vai engordar!
Outra vantagem de comer de 3 em 3 horas é que você mantem seu corpo com uma CARGA ENERGÉTICA boa e sendo assim está sempre com disposição seja para treinar, trabalhar ou fazer outras atividades do seu dia a dia.
Comer de 3 em 3 horas evita o CATABOLISMO (destruição dos músculos da massa magra), esse é o ponto para você que treina com pesos para construção de um bom físico deve ficar atento, deixando de comer nos horários e nas quantidades certas você jamais construirá um shape bonito, forte e definido.
Outro ponto positivo de comer de 3 em 3 horas é que você regula sua insulina, e todos sabemos como é de suma importância a insulina no processo de construção muscular.
Agora você sabe a real importância em comer de 3 em 3 horas, a DIETA e comer na hora certa é o ponto mais importante da construção muscular, tão quão importante como o seu treino… por isso a frase: Pule um treino e jamais uma refeição deve ser levada à risca!!!
Aprenda a comer na hora certa, nas quantidades certas que você verá grandes mudanças no seu físico, procure um profissional habilitado da área nutricional para te ensinar o que comer e regular seus horários e a quantidade de alimentos que você deve ingerir, fazendo assim tenho certeza que seu treino terá uma resposta bem mais positiva em questão a ganho de força, massa muscular e queima de gorduras.
Bom creio que de forma simples e em uma linguagem formal tenha ajudado a muitos sobre a duvida de que pra que comer de 3 em 3 horas, agora é só mudar seus hábitos alimentares, treinar mais intenso se suplementar, descansar e ver seu shape mudar da água para o vinho!
Grande abraço e até o próximo post!

Sempre que for iniciar uma rotina de treinamento, consulte um Educador Físico. Sempre que for fazer uso de suplementos alimentares, procure a recomendação de um Nutricionista.


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quinta-feira, 5 de maio de 2016

Benefícios da aveia para quem treina

 

Conheça os benefícios da aveia para quem treina visando hipertrofia e como incorporá-la corretamente na sua dieta.

Porque usar aveia

Se você perguntar para alguém que treina qual é o macronutriente mais importante para ganhar massa muscular, a resposta provavelmente vai ser proteína.
Enquanto a proteína é definitivamente o macronutriente mais importante, os carboidratos e gorduras também tem um papel no processo de hipertrofia.
Na verdade, a não ser que você esteja querendo queimar gordura, a maior parte das calorias da sua dieta virão de carboidratos (e não da proteína)
Carboidratos são a principal fonte de energia do corpo e não podem ser negligenciados em um plano alimentar para hipertrofia.
São eles que irão fornecer combustível para um treino intenso e são eles que serão usados como energia em vez da sua própria massa muscular ou proteína durante o dia.
Na maioria dos casos, os melhores carboidratos para quem treina são os complexos que contém bastante fibra e são absorvidos lentamente pelo corpo, como a aveia.
A aveia é uma ótima fonte de carboidratos complexos, contém gorduras (em sua maioria) boas e ainda fornece proteína. Além disso, ela também contém nutrientes que auxiliam o ganho de massa muscular, como ferro e niacina.
O ferro auxilia no transporte de oxigênio para os músculos e a niacina auxilia o corpo a converter carboidratos em energia e utilizar corretamente a proteína.
A aveia também é uma ótima fonte de fibra solúvel e insolúvel. Ao mesmo tempo que isso não tem relação direta com hipertrofia, isto pode auxiliar nos seus objetivos indiretamente e melhorar sua saúde.
Fibra solúvel pode diminuir o colesterol ruim (LDL), sem diminuir o colesterol bom também. Já a fibra insolúvel pode auxiliar na digestão.
Ela também é uma boa fonte de vitaminas e minerais como tiamina, ácido fólico, biotina e vitamina E. Todos eles podem gerar um efeito positivo no seu sistema imunológico, melhorando sua resposta à infecções e acelerando sua recuperação dos treinos.

Qual tipo de aveia devemos consumir

Quando falamos em aveia, a primeira imagem que as pessoas tem na cabeça é aquela aveia de caixinha do supermercado, a farinha de aveia. Mas esta não é a única opção de aveia e nem a melhor para quem deseja ganhar massa muscular.
Veja bem.
A farinha de aveia é produzida a partir da parte mais interna do grão, o que exclui boa parte das fibras e aumenta o índice glicêmico do alimento. Esta forma de aveia está mais para um carboidratos simples do que complexo (mesmo que tecnicamente seja um complexo), por isso o seu uso na dieta não é recomendável ou deve ser muito bem controlado.
Já a aveia em flocos integral é feita através do trituramento do grão completo, isto inclui todas as vitaminas, minerais, fibras e todos os benefícios que falamos no texto.
aveiaSe a sua aveia em flocos integral não se parece com isso, ela provavelmente não é integral.
Este tipo de aveia pode ser facilmente encontrado em lojas de produtos naturais por um preço mais em conta do que as aveias de caixinha do supermercado. Em mercados também é possível encontrar aveia integral através de produtos da marca Jasmine.

Ficha nutricional

Uma aveia em flocos integral geralmente fornece cerca de 17g de carboidratos, 4,5g de proteínas, 2,4g de gorduras, 3,2g de fibras e 108kcal a cada duas colheres de sopa (30g).

E quanto ao farelo de aveia ?

O farelo de aveia é feito usando a parte externa do grão, por conta disso contém mais fibra do que a aveia em flocos, mas o resto da ficha nutricional é muito semelhante.
A principal diferença entre as duas, além da quantidade da fibra, está no preço; o farelo pode custar quase o dobro que a versão em flocos.

Como incluir a aveia na dieta

Não existe um horário exato que a aveia deve ser consumida no dia, você pode usá-la em qualquer horário onde carboidratos seriam bem vindos, ou seja, se você tem como objetivo ganhar massa muscular, ela pode ser usada em praticamente qualquer refeição do dia (ao acordar, antes e depois do treino, antes de dormir, etc…)
Com isto dito, a aveia é um alimento extremamente versátil e que se encaixa em qualquer refeição. Ela pode ser incorporada diretamente em shakes proteicos, panquecas, omeletes, mingaus e até direto na comida – sua criatividade é o limite.

Mas não abuse.

Devido a quantidade de fibra na aveia, usá-la em excesso pode causar sintomas gastrointestinais desagradáveis como inchaço, gases, dores e constipação. Não existe uma dose máxima que se aplique a todos, mas se você estiver sentindo alguns desses sintomas é sinal de que está comendo aveia (ou fibra como um todo) demais.

Palavras finais

A aveia é uma das melhores fontes de carboidratos complexos que existem e que de brinde ainda fornece proteínas. Lembre-se de dar preferência sempre para a sua forma integral em flocos, pois além de ser mais barata fornece maior aporte nutricional.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Conheça alguns Benefícios do SUCO DETOX


Benefícios do Suco DetoxO Suco Detox auxilia na limpeza do organismo, e mesmo com poucos dias de ingestão é possível vivenciar uma mudança.
Com a correria do dia a dia, muitas pessoas acabam exagerando nos Doces, nas Frituras, nas Massas, Carnes e também no Álcool.. Isso tudo faz com que as pessoas se percam nas Dietas e também acabam sobrecarregando o seu organismo.
O objetivo do Suco Detox além de nutrir, é quebrar o ciclo de ânsias de alimentos que prejudicam a saúde e também fazer uma bela limpeza conforme no organismo conforme abaixo:
  1. Reparo do Intestino, consumir uma dieta de suco detox permite que o alimento ser assimilado rapidamente no intestino, consumindo menos energia;
  2. O fígado é o nosso principal órgão de desintoxicação. Cada molécula de alimentos que é absorvido através da parede intestinal move-se para o fígado para a desintoxicação e preparação antes de ser autorizado a entrar no resto do corpo. O problema é que existem muitas toxinas para nossos fígados lidar, com isso algumas acabam passando desapercebida para a circulação podendo causar estragos em células. Como o suco detox ajuda na limpeza o mesmo acaba ajudando na sobrecarga do fígado.

Benefícios do Suco Detox


Reduzir o apetite, o Suco Detox faz com que a pessoa se sinta saciada ingerindo menos comida do que o habitual. Isso proporciona um grande impulso psicológico para ajudar a superar a barreira da mudança de hábitos.
Facilitaa tomada de decisões de alimentos, reduz a escravização de pensar constantemente sobre o que a próxima refeição vai ser. Não só nos sentimos saciado, mas percebemos que já não são escravos de nossos vícios com alimentos (muitas vezes muito prejudiciais).
Melhora na energia, após período de ingestão a maioria das pessoas começam a se sentir com muito mais energia e clareza do que antes.
Redução de Peso, como a pessoa está se sentindo melhor e tem mais energia, ela acaba perdendo peso naturalmente. Parte disso é inchaço água, mas também alguns é gordura. A limpeza do suco não só ajuda a controlar o apetite e os desejos, mas é naturalmente mais baixo em calorias, enquanto fornecendo o corpo com provavelmente mais concentrados nutrientes energizastes e curativos benéficos do que tem visto antes.
Hidrata o Corpo, muitas pessoas ingerem líquidos de forma inadequada, muitas vezes tendo diuréticos, como café e chá como suas principais bebidas. Beber líquidos suficientes faz com que o corpo funcione de forma mais eficiente, aumenta a energia (muitas vezes remover com êxito aquele sono da tarde).
Reduza problemas físicos, as pessoas começam a sentir-se melhor, não apenas com a sua energia, mas com muitos sintomas crônicos, tais como dores de cabeça, erupções cutâneas, dores generalizadas, seios paranasais congestionados e no peito, inchaço, cólicas e gases. Muito do tempo o nosso corpo está lutando contra as coisas que fazemos a ele (especialmente com alimentos, mas também com a falta de sono, sedentarismo e estresse). Faça uma pausa, descansar o corpo (e a mente) e inundá-lo com nutrientes.
O Suco Detox não é para todos. Grávidas, diabéticos, pessoas com doença cardíaca instável ou pressão arterial baixa, ou que têm problemas de saúde com risco de vida, antes de fazer a ingestão verifique com o seu médico.

Referências Bibliográficas:
Kjeldsen-Kragh, “Rheumatoid arthritis treated with vegetarian diets”
Ornish D, Brown SE, et al; “Can lifestyle changes reverse coronary heart disease? The Lifestyle Heart Trial”
Koertge J, Weidner G, …Ornish, D; “Improvement in medical risk factors and quality of life in women and men with coronary artery disease in the Multicenter Lifestyle Demonstration Project”
Gustavo D Pimentel, et al; “Gut-central nervous system axis is a target for nutritional therapies”


Post SUCO DETOX - Conheça alguns Benefícios do Suco Detox 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

BEAT THE WHEAT

If gluten turns your stomach and zaps your stamina, switching out the wheat may give you a serious training edge.

Josh Coe discovered his gluten sensitivity the hard way. He labored through the weight room with zip for energy, and had dark circles engraved under his eyes and a weight that ballooned from his normal 200 pounds all the way to 240. At a loss to explain his diminished condition, his friends suggested he examine his diet. “They noticed that when I drank one beer, I would have a hangover the next day. When I ate a pancake breakfast, sometimes I would throw up afterward,” says Coe, 34, who has been lifting for nearly 20 years.
A quick self-analysis pointed the finger at gluten-rich wheat. Any foods containing it made him sick, gassy and irritable. So he cut it out: No more wheat. And just like that, he could stick to hard, hourlong sessions four days a week and soon shrank his physique back to a lean and chiseled 200 pounds. “Once I stopped putting the poison in my body, I was able to heal and get the most out of my training,” says Coe. “I could go through both the bulk-up and cut-up phases with no physical or digestive issues.”
You’ve heard about going gluten-free (GF), probably even read about it and might know someone who follows this eating plan that has become the latest diet craze. After all, gluten-free has become big business. Entire aisles of grocery stores are filled with gluten-free products and many eateries have “GF” next to items on their menus. Sales of GF foods hit $4.2 billion in 2012, a 3 percent increase from 2010, according to market research publisher Packaged Facts. Odds are there’s a gluten-free choice for almost anything wheat-related, and this makes going gluten-free easier than ever before.
But can gluten-free really help you hit your mark in the weight room? “Strength athletes are always looking for an extra 1 to 2 percent to help them out. And constructing a diet around a potential food allergy or intolerance can often give them the edge they need,” says pro bodybuilder and coach Layne Norton, PhD.

GUT-CHECK TIME

Before you dive into a gluten-free lifestyle, you need to know the full story behind gluten. Gluten is a combination of two proteins, gliadin and glutenin, found in the endosperm of wheat (including spelt, kamut, farro and bulgur) as well as barley and rye. It's ground into flour used to make bread, pizza, cereal, pasta, pastries and cookies. Gluten is what gives these foods their doughy elasticity and chewy texture. Then there are the sneaky sources you wouldn't necessarily link to gluten, such as processed soups, hot dogs, salad dressings, soy sauce and (gulp) beer.
Gluten isn’t bad from a nutritional perspective. It becomes an issue when people cannot properly digest it, a condition called celiac disease. An estimated one in every 133 people, or 1.8 million, has celiac disease, and another 1.4 million have it but don’t know it. In fact, a recent study in the American Journal of Gastroenterology found that almost 80 percent of people with celiac disease don’t yet realize it. With celiac disease, your immune system attacks the undigested gluten proteins. Antibodies go into action, which flatten the villi, the tiny fingers in the small intestines that soak up nutrients from food. The lining of your small intestine becomes inflamed. This domino effect sets off an avalanche of aches and pains — about 300 symptoms have been identified — with the most prevalent being diarrhea, abdominal pain, bloating and intense fatigue.
Still, celiac disease is somewhat rare. A more common and even more misunderstood gluten issue is non-celiac gluten sensitivity (NCGS). Between 5 and 10 percent of the population have NCGS, according to the National Institutes of Health, University of Chicago Celiac Disease Center. People with NCGS — like Coe — also suffer similar symptoms as celiac disease, but it’s due to a negative reaction to digesting gluten. The body can digest gluten, but at a painful price.
A 2012 report in BMC Medicine found that people with NCGS also tend to suffer from headaches, mental fogginess, irritability, joint pain, and numbness in the legs, arms or fingers. Symptoms often appear hours or days after gluten has been ingested. Fighting fatigue? Battling chronic stomach issues? Feeling bloated and heavy? Gluten might be the problem.
The solution for both conditions is the same: Remove some or all of the gluten from your diet so the gut can heal and begin to absorb nutrients again. “When this happens, your body can efficiently build and repair muscle and other necessary functions during training,” says sports nutritionist Jennifer Vimbor, MS, RD, LD.
Still, NCGS is not as black and white as celiac disease. If you have celiac disease, going completely gluten-free is the only way to get relief. With NCGS, you may have a problem digesting high amounts of gluten, you may have trouble with certain gluten foods or you may simply be sensitive to one particular food. It’s no wonder that science has trouble grappling with NCGS. “There is a tight definition of celiac disease, but gluten intolerance has been a moving target,” says Daniel A. Leffler, MD, director of clinical research at the Celiac Center at Beth Israel Deaconess Medical Center in Boston.
A simple blood test (although not 100 percent accurate) and biopsy of the small intestine can determine if you have celiac disease. NCGS is trickier because there’s no clear-cut test. Instead, if you believe you have gluten sensitivity, you can adopt a full GF diet as with celiac. Or you can you try an elimination diet, a trial-and-error process in which you eliminate a specific gluten food or group, like pasta or bread, and monitor your reaction.
Here’s how to do it: Keep a detailed account of what food you cut out, how much of it you usually eat and when (lunch, snack, dinner, pre- or postworkout, etc.). Then track how you feel for the hours and days after eliminating that food. Do you notice less cramping? Do you feel less wiped out after a hard workout? If there are no significant changes, try another gluten food and follow the same pattern. Eventually, you should be able to identify the trigger gluten food(s).
If cutting out an entire item is too daunting, try reducing your normal amount by one-half. Often, this change can be enough to produce a positive result. Your timing may also be an issue. Do your symptoms erupt right before or after a training session? “Eating too much and too close to workouts can cause blood to pool and insulin to spike, both of which can cause gastric distress and create havoc on energy levels,” says Jim White, RD, ACSM, HFS.
With an elimination diet, you may just find that poor eating habits are the real problem. “I had a client who thought he had a gluten allergy because he always battled bloating,” says Norton. “It turns out that it wasn’t the gluten that was his problem, but rather that he binged on doughnuts and pizzas. By allowing him to consume it in moderation, he was able to stop binging and the bloating ceased.”

GLUTEN AND IRON

But what about the regular Joe who doesn’t have celiac disease or NCGS. Can going GF give you an extra edge?
First, a few facts: Despite the marketing ploys, gluten-free is not a “miracle” diet. It cannot directly make you lift more or longer. “The science is not there. It’s just anecdotal information,” says White. What GF can do, however, is help you eat cleaner and break your appetite for crappy, high-fat processed foods. Going full-throttle GF means skipping pizza, pasta, bread, Dagwood-sized sandwiches, cookies and muffins. So if you struggle with weight management, GF can help trim those extra pounds and keep you at an optimal size for training and performances.
However, GF does not mean you’re a slave to gluten-free substitutes found in a box on a grocery shelf. Gluten-free pastas, pizza and breads can often contain more calories, but no more nutrients, than their non-GF counterparts. Instead, going GF pushes you into the gold-star rating of healthy eating: fruits and vegetables; legumes, proteins, eggs and milk products; and brown rice and other whole grains such as buckwheat, quinoa, millet and wild rice. In this way, going GF helps feed your body more of the natural good stuff.
Keep in mind that GF is not a green light to overindulge. Yes, your choices are healthier, but even these foods can trigger digestive problems if you’re not careful. “You’re going to be just as bloated and miserable by consuming 1,000 calories from gluten-free fruit as you would from pasta,” says Norton. If there’s one nutritional problem or downside with going GF, it’s fiber. Whole wheat is a major source of dietary fiber, which your bowels need to work properly. Fiber helps regulate your digestive system and ensure proper absorption. “The average American diet is deficient in fiber,” says Norton. “Men need about 35 grams of fiber a day, which is often tough to hit, especially if you reduce or eliminate quick-to-fix fiber-rich foods such as bread, cereal and pasta.”
Yet this is an easy fix. To get the fiber you need, simply increase your intake of high-fiber raspberries, strawberries and apples, as well as lentils, black and lima beans, and vegetables like broccoli (1 cup steamed equals 5 grams). Or reach for gluten-free grains such as quinoa, millet and amaranth. (See “Great Grains” on page 47.) When your digestive system is at prime operation, you can better absorb the protein, carbs, vitamins, minerals and amino acids you need to feed muscle and build mass. You’ll feel stronger and more energetic for training, which leads to more productive workouts and quicker gains.
A big part of going gluten-free is just being more mindful with your nutrition. “You have to read labels and be more savvy about what you consume. You have to review the ingredients for additives that might have gluten,” says Coe. “Gluten-free is not a diet, but a lifestyle. You have to live it in order for it to work for you.”
The end result is that GF can teach you to cut out the junk and be more diligent about how you fuel yourself. Going gluten-free isn’t easy; it takes discipline and keen planning. But much like your training, if you put in the time and dedication, you’ll probably see — and in this case, feel — the results.

GLUTEN-FREE FAT LOSS

A current joke is that people who claim to be gluten-free for health reasons are really just cutting gluten-heavy carbs to shed pounds. But the weight loss associated with dropping gluten from the menu may not be related to carb calories at all.
A recent study in The Journal of Nutritional Biochemistry showed that when two groups of rats were fed high-fat diets containing the same number of calories, but one group was placed on a gluten-fee regimen, the GF group showed a reduction in weight gain. Scientists contribute it to an up-regulation in hormones that are responsible for burning fat stores. The gluten-free group also experienced reduced markers of inflammation and insulin resistance.

GET TESTED

While non-celiac gluten sensitivity can’t be measured with a test, you might identify a food allergy that’s tied to gluten. There are two ways, and both are cheap and can be administered by your doctor: 
Blood Test. This measures your immune system’s response to particular foods. It checks the amount of allergy-type antibodies in your bloodstream, known as immunoglobulin E (IgE) antibodies.
Skin Prick. Think one type of food is the culprit? This can determine your body’s reaction to it. A small amount of the suspected food is placed on the skin of your forearm or back. Your skin is then pricked with a needle and a tiny amount of the food is inserted beneath the surface. If you’re allergic, you will develop a raised bump or other inflammatory reaction.
- See more at: http://www.muscleandperformance.com/article/beat-wheat-11377#sthash.nFwycnoL.dpuf